Buraco colossal
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O SILÊNCIO À VOLTA DA MEMÓRIA


Em “relação às contas na Suíça, julgo que o assunto está mais do que esclarecido.
Há para lá umas contas na Suíça, há para lá umas pessoas que têm contas na Suíça.
O engenheiro José Sócrates – o que se demonstra com as contas na Suíça – é que não tem nada a ver com as contas na Suíça”
João Araújo 29/05/2015


Á ESQUINA DO MONTE CARLO


HERBERTO, A AVENTURA nos eternos

- Este blog voltou ao activo hoje dia 10 de Junho de 2015. -

E ponde na cobiça um freio duro,
E na ambição também, que indignamente
Tomais mil vezes, e no torpe e escuro
Vício da tirania infame e urgente;
Porque essas honras vãs, esse ouro puro,
Verdadeiro valor não dão à gente.
Melhor é merecê-los sem os ter,
Que possuí-los sem os merecer.

Camões / Lusiadas


Isto não há nada como acenar com medalhinhas para ter sempre clientela.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

PS responde aos leitores do Negócios

Reformas, gestores públicos, evasão fiscal e taxa social única estão entre os temas abordados pelo PS. Veja as respostas do partido às questões colocadas pelos leitores do Negócios.
Negócios lançou o desafio para que os leitores colocassem questões aos partidos. Recebemos mais de 100 perguntas dirigidas ao PS. 

Na recta final da campanha para as eleições legislativas o PS respondeu a algumas questões. A escolha das perguntas teve como critério os temas mais abordados pelos leitores. As perguntas foram respondidas via e-mail.

O PS está disponível para rever o acesso às funções de gestor público, criando uma entidade independente que regulasse o acesso a estas funções, de forma transparente e através da avaliação independente dos candidatos, deixando de haver nomeações politicas, e definido muito bem o que são cargos técnicos e o que são cargos políticos?

A posição do PS nesta matéria é muito clara: defender a transparência no acesso aos cargos de empresas públicas, bem como a execução de uma política de rigor e exigência na gestão das mesmas. E foi de acordo com esta posição que tomou medidas como a limitação dos bónus dos gestores públicos e a redução de remunerações em empresas públicas.

Numa altura em que é necessário reduzir a despesa do Estado, não faz sentido criar mais uma entidade pública no Estado para desempenhar este tipo de funções.

O PS propõe, isso sim, o aumento do esforço para aumentar a transparência e disciplina na gestão das empresas públicas, nomeadamente (i) definindo limites ao endividamento, (ii) estendendo a todo o Sector Empresarial do Estado o Princípio da Unidade de Tesouraria, (iii) aplicando de forma obrigatória os Princípios de Bom Governo, (iv) estendendo a contratualização de serviço público e (v) e alargando a definição de objectivos e orientações de gestão.

Vão acabar com os governos civis?

O PSD refere frequentemente a eliminação das “gorduras do Estado”, mas a verdade é que os governos do PSD nunca procederam a qualquer racionalização com resultados. Aliás, com o PSD, o número de funcionários públicos aumentou sempre.



Pelo contrário, os governos do PS promoveram importantes medidas de racionalização: 25% dos organismos públicos foram fundidos ou extintos, 1 em cada 4 cargos dirigentes foram eliminados e reduziu-se em mais de 70 mil o número de funcionários públicos, sem despedimentos. 

A questão da extinção ou manutenção dos governos civis é apenas um dos aspectos a abordar em matéria de racionalização dos serviços do Estado. O importante é conseguir obter resultados efectivos de redução de estruturas desnecessárias, em vez de apresentar proclamações mediáticas que isoladamente são insuficientes.

E aqui, o PS tem ideias muito concretas.